Abundam as garantias dos barómetros e das sondagens, a dúvida esfumou-se - Sócrates e os assessores ouviram a mensagem dos portugueses nas europeias, rezaram o acto de contrição e vinte ave-marias e colocaram o espumante da Bairrada no congelador.
Dizem que o ano de 2009 vai ser excelente, no que diz respeito ao espumante. Já nos outros campos, o que resta de 2009 não parece tão promissor. É o problema do excesso de cor do engenheiro, brilha tanto que parece irreal - do animal acossado ao menino traquinas arrependido, não será um exercício fácil adivinhar o novo fato engendrado pelos assessores para o Sócrates pós-eleições.
Nas sondagens triunfou o conformismo dos portugueses, vingou o argumento do ele não é boa rês, mas pior será a outra senhora. No dia 27 a vitória será o regresso ao passado recente, o triunfo da ilusão, pois Sócrates não mudou, apenas houve a necessidade de compor um arremedo de Sócrates na estratégia de reconquista do poder.
No entanto, nem tudo será sombra no domingo, se o Benfica ganhar ao Leixões no sábado à noite.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O meu tempo do futuro
A dois dias das eleições começa a perceber-se que Manuela Ferreira Leite não conseguiu conquistar ninguém além dos 30% sociais-democratas. Mesmo estes, como já disse, Manuela não entusiasma, prevalecendo o amor ao partido.
Ao contrário do que se pensa, os Portugueses são inteligentes a votar. Não têm problemas em mudar de partido e sabem quando puxar as orelhas. Veja-se a votação para as europeias. Sócrates encaixou a mensagem e mudou, os Portugueses gostaram que os tivesse ouvido.
Mesmo com toda a cor com que lhe ruborizam artificialmente a face, MFL não deixa de parecer um filme a preto e branco. A mensagem que fica é que, com ela, o país pára. Da estratégia de que não faz promessas, fica a ideia de que nada fará. Do seu programa, do seu discurso, não há uma mensagem de optimismo, um rumo para o futuro. O futuro de MFL foi ontem. O seu ideal de futuro é a nostalgia do seu passado.
Todos sabemos que “no meu tempo” o verão era mais quente, o céu era mais azul, os campos mais verdes, as águas mais limpas.
Era tudo isso ou então tínhamos 20 anos.
Ao contrário do que se pensa, os Portugueses são inteligentes a votar. Não têm problemas em mudar de partido e sabem quando puxar as orelhas. Veja-se a votação para as europeias. Sócrates encaixou a mensagem e mudou, os Portugueses gostaram que os tivesse ouvido.
Mesmo com toda a cor com que lhe ruborizam artificialmente a face, MFL não deixa de parecer um filme a preto e branco. A mensagem que fica é que, com ela, o país pára. Da estratégia de que não faz promessas, fica a ideia de que nada fará. Do seu programa, do seu discurso, não há uma mensagem de optimismo, um rumo para o futuro. O futuro de MFL foi ontem. O seu ideal de futuro é a nostalgia do seu passado.
Todos sabemos que “no meu tempo” o verão era mais quente, o céu era mais azul, os campos mais verdes, as águas mais limpas.
Era tudo isso ou então tínhamos 20 anos.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
SINAIS
Pedro Passos Coelho apareceu na campanha do PSD. Faz lembrar as manifestações públicas de apoio dos presidentes dos clubes aos seus treinadores, antes de os despedirem na semana seguinte.
Não sei se inspirada pela presença de Passos Coelho, Manuela já referiu que, caso perca as eleições, não há razões para deixar a liderança do partido. Obviamente que há e é claro que o partido vai mudar de mãos.
Manuela Ferreira Leite, que sustentou os seus discursos e comícios do fim-de-semana com o tema “não quero viver num país onde um Jornal de referência é alvo de escutas”, vem agora dizer que a demissão de Fernando Lima em nada prejudica a sua campanha e que se tratam de questões laterais. São curiosos estes factos políticos: quando surgem são balões de oxigénio para a oposição que os repete até à exaustão, quando são desmentidos são acontecimentos menores sem relevância. A imagem de seriedade de Manuela Ferreira Leite está mais pálida que a dos 3 pastorinhos no museu de cera.
Cavaco Silva, que vê os telejornais de Sexta, Sábado e Domingo; que, tal como os jornalistas, não é ingénuo; que via com preocupação as supostas ingerências do governo nos órgãos de comunicação social; que, depois das eleições, se ia dedicar às importantes questões de segurança em que Sócrates tinha o seu nome envolvido, engoliu um sapo. Como o sapo é de facto muito grande, partilhou-o com Ferreira Leite, com Rangel e com Pacheco Pereira. A estratégia de influenciar negativamente a prestação de um partido em campanha (PS), intervindo a dizer que não podia intervir (fomentando a suspeição), revelou-se fatal. Ferreira Leite foi ao tapete e Cavaco não só está no ringue como está a apanhar.
Nestas eleições há, politicamente, algo que separa substancialmente os dois principais candidatos: de um lado vota-se em José Sócrates candidato pelo PS, do outro vota-se no PSD apesar da candidata ser Ferreira Leite. Faz toda a diferença.
Não sei se inspirada pela presença de Passos Coelho, Manuela já referiu que, caso perca as eleições, não há razões para deixar a liderança do partido. Obviamente que há e é claro que o partido vai mudar de mãos.
Manuela Ferreira Leite, que sustentou os seus discursos e comícios do fim-de-semana com o tema “não quero viver num país onde um Jornal de referência é alvo de escutas”, vem agora dizer que a demissão de Fernando Lima em nada prejudica a sua campanha e que se tratam de questões laterais. São curiosos estes factos políticos: quando surgem são balões de oxigénio para a oposição que os repete até à exaustão, quando são desmentidos são acontecimentos menores sem relevância. A imagem de seriedade de Manuela Ferreira Leite está mais pálida que a dos 3 pastorinhos no museu de cera.
Cavaco Silva, que vê os telejornais de Sexta, Sábado e Domingo; que, tal como os jornalistas, não é ingénuo; que via com preocupação as supostas ingerências do governo nos órgãos de comunicação social; que, depois das eleições, se ia dedicar às importantes questões de segurança em que Sócrates tinha o seu nome envolvido, engoliu um sapo. Como o sapo é de facto muito grande, partilhou-o com Ferreira Leite, com Rangel e com Pacheco Pereira. A estratégia de influenciar negativamente a prestação de um partido em campanha (PS), intervindo a dizer que não podia intervir (fomentando a suspeição), revelou-se fatal. Ferreira Leite foi ao tapete e Cavaco não só está no ringue como está a apanhar.
Nestas eleições há, politicamente, algo que separa substancialmente os dois principais candidatos: de um lado vota-se em José Sócrates candidato pelo PS, do outro vota-se no PSD apesar da candidata ser Ferreira Leite. Faz toda a diferença.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Bússola Eleitoral
Para quem tem dúvidas entre o PNR e o PP aqui vai uma ferramenta que poderá ser útil:
http://www.bussolaeleitoral.pt/
http://www.bussolaeleitoral.pt/
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Citação
"Chegará?
Manuela Ferreira Leite é inábil. E tenta fazer disso uma mais-valia. Demos de barato que a capacidade de persuasão não é um elemento central num político. Terá então, além da sua inabilidade, outros atributos relevantes? O rigor? Basta olhar para a sua desastrosa passagem pelas finanças, em que se limitou a procurar receitas extraordinárias para combater o défice, para perceber que não é por aí. A competência? Alguém recorda o seu legado como ministra da Educação? A firmeza? Não cedeu ao que de mais sinistro existe no PSD pondo António Preto nas suas listas? O espírito democrático? Querem melhor ilustração do que vale o seu combate contra a "asfixia democrática" quando um dos seus principais aliados no tema é Alberto João Jardim?
Na verdade, Ferreira Leite não tem nenhuma qualidade política e pessoal que a distinga, no fundamental, de José Sócrates. Restaria, para a salvar, o programa eleitoral do PSD. E esse, como sabemos, tirando as questões de costumes e algumas obras públicas a serem repensadas, pouco diverge do programa do PS. A única vantagem de Ferreira Leite parece ser, então, ter dificuldades com a língua portuguesa. Como primeira-ministra falaria menos do que Sócrates. A ideia não é desagradável. Mas chegará?"
Daniel Oliveira - http://aeiou.expresso.pt/daniel-oliveira=s23493
Manuela Ferreira Leite é inábil. E tenta fazer disso uma mais-valia. Demos de barato que a capacidade de persuasão não é um elemento central num político. Terá então, além da sua inabilidade, outros atributos relevantes? O rigor? Basta olhar para a sua desastrosa passagem pelas finanças, em que se limitou a procurar receitas extraordinárias para combater o défice, para perceber que não é por aí. A competência? Alguém recorda o seu legado como ministra da Educação? A firmeza? Não cedeu ao que de mais sinistro existe no PSD pondo António Preto nas suas listas? O espírito democrático? Querem melhor ilustração do que vale o seu combate contra a "asfixia democrática" quando um dos seus principais aliados no tema é Alberto João Jardim?
Na verdade, Ferreira Leite não tem nenhuma qualidade política e pessoal que a distinga, no fundamental, de José Sócrates. Restaria, para a salvar, o programa eleitoral do PSD. E esse, como sabemos, tirando as questões de costumes e algumas obras públicas a serem repensadas, pouco diverge do programa do PS. A única vantagem de Ferreira Leite parece ser, então, ter dificuldades com a língua portuguesa. Como primeira-ministra falaria menos do que Sócrates. A ideia não é desagradável. Mas chegará?"
Daniel Oliveira - http://aeiou.expresso.pt/daniel-oliveira=s23493
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Da claustrofobia à asfixia - plano de contingência
O clímax dos tíbios debates entre os líderes dos partidos com maior expressão na nossa vida política encontra-se agendado para a noite de amanhã e não se prevê a febre de sábado à noite. Antecedido pela derrota estrondosa de Manuela no debate com Portas (8-1, para o Portas, dizem os politólogos na SIC-Notícias) e pelo encontro de extremos esta noite (BE vs. CDS-PP, ou seja, combate às grandes fortunas vs. combate ao Rendimento de Inserção), o embate de amanhã entre Manuela Ferreira Leite e José Sócrates é o confronto de duas faces da mesma moeda - uma mais cinzenta, gasta; outra mais polida, mas não menos deteriorada - e a verdade é que Manuela e Sócrates circulam pelos corredores e gabinetes da política nacional há demasiado tempo e não é o ar simpático, bonacheirão, descontraído (riscar o que não interessa) do engenheiro, escrupulosamente gerido pelos assessores, que o distancia de Manuela.
Após o debate de amanhã, que, num exercício de futurologia, deverá ter um resultado semelhante ao 8-1, interessaria sobretudo pensar no P.S. (Post-Sócrates), e eventualmente no P.M. (Post-Manuela), porque dificilmente o governo resultante desta eleição deixará de ser de transição e também dificilmente Jerónimo, Louçã e Portas (e respectivos partidos) deixarão de ser quem são.
Da claustrofobia à asfixia foi um curto passo. Impõe-se um plano de contingência, impõe-se um novo rumo without them (eufemismo de fuck them).
Após o debate de amanhã, que, num exercício de futurologia, deverá ter um resultado semelhante ao 8-1, interessaria sobretudo pensar no P.S. (Post-Sócrates), e eventualmente no P.M. (Post-Manuela), porque dificilmente o governo resultante desta eleição deixará de ser de transição e também dificilmente Jerónimo, Louçã e Portas (e respectivos partidos) deixarão de ser quem são.
Da claustrofobia à asfixia foi um curto passo. Impõe-se um plano de contingência, impõe-se um novo rumo without them (eufemismo de fuck them).
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Acerca da Manela na Alemanha
A Manela foi a terra alemãs ... e proferiu uma declaração sobre uma possível coligação PS-PSD em Portugal, tal como na Alemanha que tem no governo uma coligação centro esquerda centro-direita - o equivalente ao PS-PSD em Portugal (pelo menos em teoria). E a Manela disse qualquer coisa do género "Há certas situações em que os exemplos alemães não são transferíveis para Portugal".
Pois cara senhora, eu gostaria de saber quais os exemplos que são transferíveis? Não que eu apoie uma coligação PS-PSD ... mas porque não aproveitar o que de melhor os vossos partidos têm para oferecer? A política ideal é sempre a criticar o próximo?
Pois ... se estes exemplos não nos dizem nada ... talvez os exemplos da Madeira nos digam mais ...
Pois cara senhora, eu gostaria de saber quais os exemplos que são transferíveis? Não que eu apoie uma coligação PS-PSD ... mas porque não aproveitar o que de melhor os vossos partidos têm para oferecer? A política ideal é sempre a criticar o próximo?
Pois ... se estes exemplos não nos dizem nada ... talvez os exemplos da Madeira nos digam mais ...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
O cruzar de pernas da Sharon Stone
Manuela pede verdade, Sócrates reclama honestidade, a polícia inglesa confirma o pagamento de luvas no caso Freeport, Louçã exclui o PS da maioria de esquerda, Vital Moreira exclui os grupos mediáticos da democracia e Paulo Portas, que simpatiza com Jerónimo, toma a dianteira ao afirmar-se da geração do cruzar de pernas da Sharon Stone.
Fuck Them!
É a resposta de João Jardim, ao lado de Ferreira Leite, aos jornalistas que relataram (Ó ignomínia!) o facto da senhora estar a utilizar um carro do estado Português para fazer campanha.
“Só os medíocres é que estão preocupados com essa história. Sabe que mais, fuck them ". Atira João Jardim na mais irrefutável e clara prova de inexistência da badalada “asfixia democrática” na Madeira.
Na opinião de Alberto João Jardim, a asfixia política existe «principalmente, por parte dos jornalistas, que não são objectivos, que não respeitam o princípio do contraditório, que não dão igual oportunidade e que não respeitam o pluralismo».
Este é o democrata que se refere ao JORNAL da MADEIRA como «o jornal que luta contra a comunagem», e ao Diário de Notícias do Funchal como «o jornal da comunagem».
Deve ser a isto que MFL se refere como existência de liberdade de expressão.
MFL, que até há bem pouco tempo não gostava de política de folclore tipo Chão da Lagoa, considera que a linguagem usada pelos políticos madeirenses é específica da região:
“Nós ouvimos as afirmações do Dr. Alberto João Jardim. Porque é que ele consegue dizer aquilo lá? Porque aquilo tem um ambiente específico, com linguagem específica porque se nós formos analisar não é só o que diz o Dr. Alberto João Jardim da oposição, se formos também analisar o que diz a oposição, realmente são todas linguagens do mesmo estilo que apresenta o Dr. Alberto João Jardim” (o Português é outra das virtudes da senhora).
Ficamos a saber que chamar bastardos e filhos da puta aos governantes do país e mandar foder jornalistas não é mais do que um regionalismo simpático.
Cá por mim, posso já mandar a MFL para a puta que a pariu. Com todo o respeito, claro.
“Só os medíocres é que estão preocupados com essa história. Sabe que mais, fuck them ". Atira João Jardim na mais irrefutável e clara prova de inexistência da badalada “asfixia democrática” na Madeira.
Na opinião de Alberto João Jardim, a asfixia política existe «principalmente, por parte dos jornalistas, que não são objectivos, que não respeitam o princípio do contraditório, que não dão igual oportunidade e que não respeitam o pluralismo».
Este é o democrata que se refere ao JORNAL da MADEIRA como «o jornal que luta contra a comunagem», e ao Diário de Notícias do Funchal como «o jornal da comunagem».
Deve ser a isto que MFL se refere como existência de liberdade de expressão.
MFL, que até há bem pouco tempo não gostava de política de folclore tipo Chão da Lagoa, considera que a linguagem usada pelos políticos madeirenses é específica da região:
“Nós ouvimos as afirmações do Dr. Alberto João Jardim. Porque é que ele consegue dizer aquilo lá? Porque aquilo tem um ambiente específico, com linguagem específica porque se nós formos analisar não é só o que diz o Dr. Alberto João Jardim da oposição, se formos também analisar o que diz a oposição, realmente são todas linguagens do mesmo estilo que apresenta o Dr. Alberto João Jardim” (o Português é outra das virtudes da senhora).
Ficamos a saber que chamar bastardos e filhos da puta aos governantes do país e mandar foder jornalistas não é mais do que um regionalismo simpático.
Cá por mim, posso já mandar a MFL para a puta que a pariu. Com todo o respeito, claro.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Fumo Branco
Quando ganhar as eleições, Ferreira Leite quer fumo branco nas sedes do PSD.
Se a candidatura de Obama influenciou milhares de candidatos por esse mundo fora com o seu “Yes, we can”, Ferreira Leite não embarcou na onda e decidiu inspirar-se no Vaticano.
MFL identifica-se particularmente com o discurso de Sua Santidade, sendo Verdade, Família e Moralidade palavras caras a ambos.
Praticamente da mesma geração, têm ainda em comum outra curiosidade: se Bento XVI (então Ratzinger) foi um dos mais velhos a ser eleito papa (o mais velho dos últimos 3 séculos), MFL poderá ser a chefe de governo mais velha do mundo ocidental.
Fontes próximas da candidata confidenciaram que ela pretende usar o seu próprio exemplo para prolongar a idade da reforma até aos 80 anos (exceptuando os casos em que as pessoas manifestamente não podem, por exemplo se estiverem mortas).
Se a candidatura de Obama influenciou milhares de candidatos por esse mundo fora com o seu “Yes, we can”, Ferreira Leite não embarcou na onda e decidiu inspirar-se no Vaticano.
MFL identifica-se particularmente com o discurso de Sua Santidade, sendo Verdade, Família e Moralidade palavras caras a ambos.
Praticamente da mesma geração, têm ainda em comum outra curiosidade: se Bento XVI (então Ratzinger) foi um dos mais velhos a ser eleito papa (o mais velho dos últimos 3 séculos), MFL poderá ser a chefe de governo mais velha do mundo ocidental.
Fontes próximas da candidata confidenciaram que ela pretende usar o seu próprio exemplo para prolongar a idade da reforma até aos 80 anos (exceptuando os casos em que as pessoas manifestamente não podem, por exemplo se estiverem mortas).
COLIGAÇÃO PS-PSD
Mudam-se os tempos … e as vontades?
É tempo de campanha, de promessas, de esperança. Sócrates iniciou o seu mandato com políticas aligeiradas de direita. Não merecia agora elogios por parte do PSD? Depois virou à esquerda com políticas sociais? Não merecia elogios da esquerda? Claro que em Portugal nada está bem, se se fez não se devia ter feito se não se fez é porque se devia ter feito … Portugueses é o que é … nada a dizer … uma questão de mentalidade … sempre do “contra” …
Mas voltemos aos factos. Porquê PS ou PSD? Não está tudo no “centro político”? Proponho uma coligação PS-PSD, ou PSD-PS se preferirem, com os devidos acertos, lógico, e não vale a pena andarmos para aqui a discutir qual deles o que melhores promessas faz … sim, digo promessas porque estamos a votar o governo Português e não de nenhum dos colossos europeus … os “tesos” de sempre e que sabem melhor que ninguém “enganar e desviar” os fundos … sim, fundos desses colossos europeus …
A esquerda é cheia de ideias … pelo que tenho visto o povo português está cada vez mais idiota e o que gosta é de “curtir” … claro … neste país plantado à beira-mar … charro aqui charro ali e mais uns votos arrecadados …
A direita mais prudente não agrada … e quando falo de direita falo do PP claro, pois o PSD está ao centro, nada de confusões. Iria mentir se dissesse que é o partido ideal e que tem as melhores promessas … promessas nada mais do que isso. Mas por favor não limitemos o voto ao “PS-PSD”, que no meu entender se deveriam coligar, e demos oportunidades aos outros, sejam de esquerda ou direita, … ainda que eu gostasse que o povo português deixasse de ser tão idiota e se tornasse um pouco mais responsável … e com valores … que é o que parece que começa a faltar … Viva Portugal!
É tempo de campanha, de promessas, de esperança. Sócrates iniciou o seu mandato com políticas aligeiradas de direita. Não merecia agora elogios por parte do PSD? Depois virou à esquerda com políticas sociais? Não merecia elogios da esquerda? Claro que em Portugal nada está bem, se se fez não se devia ter feito se não se fez é porque se devia ter feito … Portugueses é o que é … nada a dizer … uma questão de mentalidade … sempre do “contra” …
Mas voltemos aos factos. Porquê PS ou PSD? Não está tudo no “centro político”? Proponho uma coligação PS-PSD, ou PSD-PS se preferirem, com os devidos acertos, lógico, e não vale a pena andarmos para aqui a discutir qual deles o que melhores promessas faz … sim, digo promessas porque estamos a votar o governo Português e não de nenhum dos colossos europeus … os “tesos” de sempre e que sabem melhor que ninguém “enganar e desviar” os fundos … sim, fundos desses colossos europeus …
A esquerda é cheia de ideias … pelo que tenho visto o povo português está cada vez mais idiota e o que gosta é de “curtir” … claro … neste país plantado à beira-mar … charro aqui charro ali e mais uns votos arrecadados …
A direita mais prudente não agrada … e quando falo de direita falo do PP claro, pois o PSD está ao centro, nada de confusões. Iria mentir se dissesse que é o partido ideal e que tem as melhores promessas … promessas nada mais do que isso. Mas por favor não limitemos o voto ao “PS-PSD”, que no meu entender se deveriam coligar, e demos oportunidades aos outros, sejam de esquerda ou direita, … ainda que eu gostasse que o povo português deixasse de ser tão idiota e se tornasse um pouco mais responsável … e com valores … que é o que parece que começa a faltar … Viva Portugal!
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Caldo ainda verde
É impossível contornar os "escritos na pedra", mas Sócrates acredita que os eleitores têm pela frente "uma escolha entre duas pessoas, uma escolha entre duas atitudes e uma escolha entre dois programas", excluindo, para já, uma escolha entre dois discursos. Consequentemente, toda a nossa atenção deve dirigir-se para o delicado e contrito Sócrates e para a jovial Manuela.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Primeiro a Sopinha
A um mês do fim do cor-de-rosa e do reinício do preto e branco, resta-nos aproveitar os dias pré-fim da democracia.
Enquanto decorrerem os ciclos eleitorais que já se iniciaram, este espaço servirá, de um modo geral, para dizer mal e, particularmente, dizer mal de Ferreira Leite.
A justificação para esta hierarquização resume-se nas 4 frases que se seguem, da autoria de Manuela Ferreira Leite:
Enquanto decorrerem os ciclos eleitorais que já se iniciaram, este espaço servirá, de um modo geral, para dizer mal e, particularmente, dizer mal de Ferreira Leite.
Objectivamente, a maledicência seguirá a seguinte ordem de grandeza:
- Manuela Ferreira Leite
- Manuela Ferreira Leite
- Manuela Ferreira Leite
- Restantes, ex aequo
A justificação para esta hierarquização resume-se nas 4 frases que se seguem, da autoria de Manuela Ferreira Leite:
- «Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se...»
- «A família é algo que tem por objectivo a procriação.»
- "(as obras públicas ajudam a combater o) Desemprego de Cabo verde, o desemprego da Ucrânia, isso ajuda."
- " (A propósito da IVGravidez) Ninguém manda em si próprio... é evidente que isto é mais um ponto que poderá ser uma circunstância desadequada que as mulheres não desejem, mas à qual dever-se-ão ajustar tal como nos ajustamos a todos os percalços que nos acontecem na vida."
Estes "escritos na pedra" permanecerão na coluna da direita deste blogue para que em nenhum momento se esqueçam.
Agora vão à vossa vida e, já sabem, primeiro a sopinha.
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