É a resposta de João Jardim, ao lado de Ferreira Leite, aos jornalistas que relataram (Ó ignomínia!) o facto da senhora estar a utilizar um carro do estado Português para fazer campanha.
“Só os medíocres é que estão preocupados com essa história. Sabe que mais, fuck them ". Atira João Jardim na mais irrefutável e clara prova de inexistência da badalada “asfixia democrática” na Madeira.
Na opinião de Alberto João Jardim, a asfixia política existe «principalmente, por parte dos jornalistas, que não são objectivos, que não respeitam o princípio do contraditório, que não dão igual oportunidade e que não respeitam o pluralismo».
Este é o democrata que se refere ao JORNAL da MADEIRA como «o jornal que luta contra a comunagem», e ao Diário de Notícias do Funchal como «o jornal da comunagem».
Deve ser a isto que MFL se refere como existência de liberdade de expressão.
MFL, que até há bem pouco tempo não gostava de política de folclore tipo Chão da Lagoa, considera que a linguagem usada pelos políticos madeirenses é específica da região:
“Nós ouvimos as afirmações do Dr. Alberto João Jardim. Porque é que ele consegue dizer aquilo lá? Porque aquilo tem um ambiente específico, com linguagem específica porque se nós formos analisar não é só o que diz o Dr. Alberto João Jardim da oposição, se formos também analisar o que diz a oposição, realmente são todas linguagens do mesmo estilo que apresenta o Dr. Alberto João Jardim” (o Português é outra das virtudes da senhora).
Ficamos a saber que chamar bastardos e filhos da puta aos governantes do país e mandar foder jornalistas não é mais do que um regionalismo simpático.
Cá por mim, posso já mandar a MFL para a puta que a pariu. Com todo o respeito, claro.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
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